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quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Oráculos invertidos. Sim ou não?

(À esquerda carta XIV temperança do tarot lenormand, à direita carta XIV temperança tarot Rider Waite)

Muitos documentos (livros, páginas de internet) quando falam de cartas ou runas como abordagem dos significados, falam da posição da carta. Posição normal e invertida.
Pessoalmente, e friso que é pessoalmente, é uma questão do que à intuição nos diz.
Numa análise das cartas ou runas a posição normal ou invertida indica segundo dizem, que a carta fala de aspectos positivos ou negativos respectivamente.
Se eu sei que a temperança está associada à ideia de equilíbrio e ponderação, eu englobo ambas as perspectivas, devo procurar ser mais ponderada e equilibrada nas decisões, tomada de posição nas palavras, mas relações, espiritualmente. Logo devo estar particularmente atenta a precipitações e impulsividade. É preferível ponderar a agir.
Como procuro mais conselhos e orientação que respostas, as perspectivas normal e invertida (o positivo/negativo; pró/contra) andam muito de mãos dadas.
Por essa razão quando abro cartas se elas aparecerem de cabeça para baixo eu ponho direita no jogo.
No caso das runas há várias técnicas de lançamento. Uma é literalmente virar o saco numa superfície com alguns círculos e analisar o que ficou dentro de que círculo e na posição em que saíram.
Outra, que eu prefiro é retira-las do saco e colocar na mesa e aí mais uma vez ponho-as sempre na chamada posição normal pois eu vejo o que devo considerar de bom e estar atenta ao lado menos bom que a ela está ligado.
Para mim e seguindo isto de forma intuitiva, faz sentido pois o conselho orientação diz-nos o que de positivo e negativo a carta ou runa significa, mas não nos obriga a nada. Eu tenho poder de escolha logo se estiver atenta para evitar os aspectos menos bons poderei beneficiar dos aspectos melhores.
No entanto respeito quem não pensa da mesma forma que eu, pois não somos todos iguais e acima de tudo devemos utilizar os oráculos como sentimos que para nós é mais adequado.
Não se tratando de só querer ver aquilo que é melhor pois tenho sempre o melhor e o pior em conta.
Até à próxima!

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Baralhos e suas ilustrações



(Da esquerda em cima tarot old path, tarot dos anjos, romance angels, angels answers, arcanjo miguel, tarot lenormand, tarot energético, tarot rider waite, reiki cards, messages from the fairies, baralho cigano patrícia jarimba, mystical lenormand, cartamundi lenornand, maria mulambo baralho cigano e lenormand blue owl).

Alguns dos baralhos são oráculos mais vocacionados para orientação espiritual como as cartas reiki, o tarot energético, angels answers, São Miguel Arcanjo e mensagens das fadas.

As ilustrações das cartas para mim são de extrema importância.

Se o baralho conta uma história, cada carta individualmente conta também a sua história.

Se existem palavras ou ideias chave associadas a cada carta em vários livros, páginas de internet e no "livro de instruções" do baralho que são úteis, concordo.

Mas penso que interpretá-las apenas com base nessas palavras ou ideias memorizadas, para mim não faz muito sentido.

Se a figura central e nome da carta são algo que não se altera, os pormenores em torno da figura central, a paleta de cores, não são as mesmas em todos os baralhos.

E são os pequenos detalhes que me activam a intuição.

Perante uma qualquer questão e pela energia da pessoa que a coloca, quando abro cartas posso ser levada para algum detalhe da imagem e isso combinado com aquilo que sei dela, faz-me interpretar a resposta da carta.

Não tendo feito curso algum, aqueles que o fizeram poderiam até deitar as mãos à cabeça com o que retiro das cartas.

Mas como ler as cartas envolve energias e intuição além do conhecimento há uma conjugação de vários factores.

Quando comecei este caminho o meu discurso passou numa fase inicial por articular as palavras/ideias chave para construir a resposta ou leitura.

Com o passar do tempo passei a deixar a intuição falar e acreditem eu sei quando é a voz da intuição que está a fazer a leitura.

As imagens tornaram-se tão importantes nas sensações e histórias que me transmitem que apesar de ter alguns baralhos, acabo sempre por utilizar os mesmos (os que melhor comunicam comigo).

Por isso se pensa adquirir um baralho sugiro que procure imagens na internet.

Normalmente, no sítio onde adquiro os meus baralhos, eles estão fechados num involcro plástico dentro de uma caixa, não sendo possível por isso ver as cartas todas.

Uma vez que uma pesquisa de imagens na internet sobre baralhos de tarot, baralhos petit lenormand ou baralhos de meditação e orientação nos vai apresentar resultados, fica a sugestão de que procurem explorar os vários estilos de ilustração de forma a descobrir qual o que vos atrai mais.

Não estou arrependida de nenhum dos baralhos comprados, mas se estivesse a começar hoje talvez tivesse feito algumas coisas diferentes.

Não que tenha desatado a comprar baralhos ao desbarato. Demorei sempre algum tempo entre aquisições e quando o fiz sentia que o devia fazer.

Neste blog irei também partilhar convosco os baralhos que tenho e falar-vos sobre o que vejo neles e quando recorro a eles.

Até à próxima!

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Quantas cartas devemos abrir?

Quando começamos a manusear um qualquer baralho muitas vezes depois de pesquisar achamos bonito abrir o baralho com determinado esquema de abertura de jogo.

Em primeiro lugar explicar alguns termos que uso.

Quando baralho as cartas seguro o baralho de forma a não ver as imagens, quando sinto que as baralhei quanto baste, coloco todo o baralho en cima da mesa com as costas das cartas para cima ou seja continuo sem ver as imagens das cartas.

Dessa forma parto o baralho. Eu parto em dois, com a mão esquerda, há quem parta em 3 ou 4 montes mais pequenos.

Depois com a mão esquerda também passo a parte do baralho que estava em baixo para cima voltando a ter apenas um monte.

Há quem mantenha os 3 ou 4 montes de cartas.

Durante todo este processo estou mentalmente focada no que quero saber.

Esta é a forma como eu o faço e aqui depende do que faz sentido para cada um. Não há certo nem errado há quem baralhe as cartas e as disponha todas numa fila ou leque em vez de ser em monte.

Há que seguir a intuição e fazer como lhe for mais natural.

A grande questão quantas cartas e em que disposição?

Se é uma questão simples e que deve ser o mais objectiva possível e há quem defenda que se deve evitar o sim ou não, dependendo do sistema do baralho de 1 a 3 cartas basta.

Já referi no blog que no caso dos arcanos maiores se queremos um conselho uma carta basta.

A disposição mais simples é as 2 ou 3 cartas em linha.


No início pois ainda é uma fase de estudo penso que só confunde mais usar muitas cartas e dispô-las em cruz (peladan) com 4 ou 5 cartas, em cruz celta com 7 cartas.


Cruz (peladan)           cruz celta

Ou a atractiva mandala de 12 cartas


Ou no caso do petit lenormand a mesa real

Acima de tudo há que não ter pressa.

Comece com 3 cartas, se de facto sentir que precisa de mais então tire mais uma no máximo duas.

Sem se esquecer que depois das 3 cartas, pode somar o número de cada uma das 3 cartas.

No caso do tarot arcanos maiores se a soma exceder o número 21 some os algarismos que compõem o número.

Por exemplo se tira 3 arcanos 1 mago+ 6 enamorados +20 julgamento = 2(+)7 como 27 não consta dos arcanos maiores somando o 2 ao 7 temos 9 eremita e das 3 cartas obtemos mais uma de informação.

No baralho petit lenornand pode fazer-se o mesmo sendo o limite da soma 36 e se o resultado for superior, somar os algarismos do número até encontrar um número igual ou menor que 36.

Regra geral na cruz ou peladan ou se tiram 5 cartas ou a 5a carta (central/síntese) é dada pelo jogo através da soma.

Normalmente penso que há uma tendência a esquemas de abertura de cartas em número ímpar e tendência a considerar a carta central a carta foco da resposta e as restantes informação complementar.

Também há quem defenda o número ímpar devido à tendência de perguntas de sim ou não analisando a conotação positiva ou negativa das cartas e se a "maioria" são positivas ou negativas.

Para concluir e resunir algo que já vai longo jogo ou cartas aberto é para mim quando as cartas tiradas do monte têm a imagem virada para mim e posso vê-las. Vai da intuição dispo-las na mesa e abrir uma a uma depois ou dispor cada uma já aberta.

Numa disposição de 3 cartas a 2a carta é o foco a 1a e a 3a informação complementar se a pergunta for feita em termos de sim ou não "vou conseguir aquele emprego" duas cartas de energia positiva para uma menos positiva é tido como sim por oposição a 2 de energia menos positiva para uma positiva. E em necessidade de mais esclarecimentos no máximo mais 2 cartas ou encontrar a carta 4 por soma das 3 já abertas.

São assuntos com tanto para dizer que é complicado ser sucinta.

Até à próxima!

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Carta do dia sim ou não? Como?

A carta do dia pode ser uma excelente forma de criar uma relação e de se conectar com o baralho e ir descobrindo a mensagem de cada carta faz.

Por isso para mim é um absoluto sim o método carta do dia, para nos ajudar a desenvolver a intuição, para nosso crescimento enquanto pessoas e também o desenvolvimento da nossa espiritualidade.

Como fazê-lo? Não existe uma forma certa ou uma errada. Depende do que a nossa intuição nos leva a fazer e isso é para cada um a forma certa.

Quando comecei este blog e abordei cada carta começando na primeira e terminando na última, pensei apenas nisso, abordar cada carta de uma forma que para mim fizesse sentido e que mostrasse como eu olho para cada carta em vez de inserir tópicos de palavras/significados.

Pensei a carta por escrito. O que vejo na imagem, a que é que a imagem me remete, que situações exemplificadoras associo.

Depois de um comentário numa das publicações pensei de facto esta carta pode ser vista como carta do dia para quem acede ao blog.

Logo numa fase inicial de manusear o baralho, tocar nas cartas e observá-las podemos durante 22 dias nos arcanos maiores de tarot ou 36 dias no baralho petit lenormand ter 1 carta por dia para analisar ou para reflectir.

Podemos andar com o baralho na mala, ao acordar olhar para a carta e fazer a nossa rotina e pensar sobre a carta nos tempos de pausa, olhar para ela, o que é que naquela imagem faz pensar sobre um momento passado, presente ou daquele proprio dia.

Numa segunda fase, baralhar as cartas, partir o baralho colocar a parte debaixo em cima e retirar a primeira carta. (Com as imagens para baixo).

Se a intuição disser que só volta a baralhar quando tirar as 22/36 cartas façah-o dessa forma e durante 22/36 dias terá uma carta diferente.

Numa terceira fase a carta do dia será retirada sempre após baralhar as cartas e aí pode ou não acontecer a situação de haver cartas recorrentes.

E chega então a um momento em que se de 22/36 cattas há 2, 3 ou 4 que sistemáticamente lhe surgem como carta do dia é porque é tempo de além de conhecer mais a fundo as suas cartas deve analisar com atenção a que é que estas se podem referir no momento da vida em que se encontra.

Pois o baralho está já a comunicar consigo e a querer orientá-lo chamando atenção para algum aspecto concreto através das tais cartas recorrentes.

Até à próxima!


domingo, 5 de agosto de 2018

Narrativa


O tarot tem em si uma narrativa, que mais não é que a representação da nossa vida e das nossas aprendizagens.

É por essa razão que existe uma carta sem número. A carta 0 o louco.

Penso que o louco pode representar a nossa boa fé, que por vezes se traduz em inocência ou que no entusiasmo do momento se traduz em imprudência.
Sentimos em cada etapa que podemos tudo que temos o que é necessário (mago), o conhecimento e a sabedoria (papisa) que tudo vai e pode vir a dar frutos (imperatriz) e que teremos a capacidade de trabalhar (imperador) de recrutar mais apoios devido ao que já sabemos (papa) e temos de tomar decisões a cada passo do projecto (enamorados).

Dessas decisões depende o avanço das coisas (carro).
Se não avançam, alguns desistem e embarcam noutra direcção começando de novo. Outros são tenazes e lutam de forma persistente (força). Fazem uma pausa estratégica de reflexão e análise (eremita) aguardam que a maré esteja favorável (roda da fortuna) encontram o ponto de equilibrio (justiça) mudam de perspectiva (enforcado) e recomeçam (morte) de forma ponderada (temperança).
No momento de decisão acontece o que aconteceu nas primeiras 7 cartas (diabo).
A situação pode ser de ultimato de vai ou racha e é preciso fazer diferente o que já foi feito e não resultou é para esquecer (torre).
Conforme as decisões tudo poderá entrar nos eixos (estrela). Haverá sempre alguns receios e periodos dificeis (lua) mas ao evoluirmos desde que nos atirámos de cabeça no projecto, tudo correrá pelo melhor (sol).
Ao olharmos para trás, e avaliarmos todo o caminho e processo (julgamento), chegaremos ou não à conclusão de que fomos bem sucedidos (mundo). E nessa altura podemos encarar o próximo desafio (louco).

O louco não tem número pois facilmente nas fases de tomada de decisões e de fazer escolhas não acertamos à primeira e temos de recomeçar. Por termos decidido na influencia do louco.

Os vários obstaculos que surgem podem levar-nos de novo ao louco se insistirmos em deixar tudo de pernas para o ar (enforcado) se insistirmos em fazer o que nunca resultou.

Se ao fim de 4 vezes de desligar e voltar a ligar um computador os vírus não foram eliminados ou o computador não responde, temos que instalar um anti-virus ou procurar um técnico.

Os arcanos maiores ilustram o nosso percurso de vida, o louco não tem posição daí ser a carta 0. Pode estar no início ou no fim. Como tentei ilustrar no vídeo.

Até à próxima!

sábado, 4 de agosto de 2018

Dúvidas frequentes

Vou se calhar alongar-me na escrita mas acho difícil ser sucinta neste tema.

Qualquer pessoa quando decide começar nestas lides se pergunta e agora, por onde vou começar?

Nem sempre há dinheiro para fazer cursos e formações e talvez este mundo não seja uma via profissional.

No meu caso foi assim.
Por isso, primeiro passei por várias páginas de internet, li muita coisa para me ajudar nas primeiras leituras, tomei nota do significado de cada carta e comprei alguns livros.

É aconselhavel que se registe tudo seja num caderno só para isso, num documento word no computador, pois isso permite-nos voltar atrás ver se faz sentido, modificar ou deixar igual e também, ter noção da evolução.

Não há problema algum em interpretar com ajuda.
Vou deixar aqui a indicação de algumas páginas que me foram e por vezes ainda são muito úteis pois, nem sempre o pequeno livro de instruções que vem com o baralho era o suficiente e por vezes para mim foi limitador.

Para tarot e porque o meu primeiro e ainda hoje baralho de eleição é o rider waite, esta pagina foi importante e fez sentido para mim e as ilustrações deste baralho de facto estão em sintonia.

http://www.web-tarot.com/pt/quem-somos.html

O baralho cigano ou lenormand tem mais que se lhe diga pois existem 3 escolas, 3 correntes em que cada uma tem algumas particularidades diferentes na interpretação de algumas cartas. Como a carta 2 o trevo que para algumas correntes é vista como sorte e existe porém quem defenda que representa obstáculos

Mesmo assim deixo como referência esta página

http://www.clubedotaro.com.br/site/n41_Geraldo.asp

E também aconselho o blog da Odete Lopes aliás eu cheguei a adquirir o livro dela.

Para significado das runas  deixo esta referência

http://www.wemystic.com.br/artigos/significado-das-runas/

Hoje em dia já existem vários grupos em redes sociais para partilha de conhecimento destes oráculos.

Aquilo que me ocorre dizer é que por vezes era complicado resistir à tentação de obter consultas gratuitas.

Ainda assisti algumas vezes a pessoas a pedir o favor de procurarem nas cartas a resposta a alguma questão.
Pessoas a colocarem jogos a pedir opiniões sem dar a sua interpretação previamente e esperar o contributo de outros.

 Não é necessariamente algo bom nem mau. Eu própria fiz parte de alguns grupos em redes sociais.

Em situações de "exercícios" de colocar uma carta no grupo e pedir que cada elemento contribuisse com o significado da carta, palavras que essa carta sugerisse ou possíveis leituras em contextos específicos era interessante embora, a adesão não fosse muito grande.

Interpretar oráculos é um processo contínuo e demorado que requer um conhecimento profundo seja qual for a escolha.

Tem que haver uma "intimidade" grande com as cartas runas ou pêndulo.
E às vezes apetece saltar etapas.

Deve abrir-se o baralho, tirar runas? claro que sim! Trocar ideias com terceiros sim, claro.

Mas só apresentando a nossa leitura se evolui e aprende a olhar para as cartas ou runas e tirar uma mensagem.

Ficar à espera que alguém nos diga tudo...pode não ser o melhor caminho.

Mesmo que não faça sentido, mesmo que seja uma sucessão de palavras-chave, mesmo que seja exactamente o oposto devido à natureza da questão, pesquisem, juntem informação criem uma frase uma história atraves das informações lidas e das imagens das cartas e aí sim partilhem com terceiros :" eu vi isto. A mim, faz (não faz) sentido. O que achas?"

Fico por aqui que a partilha já vai longa.

Até à próxima!


Apresentação

Ao longo da vida, fui ganhando curiosidade que se transformou em interesse por temáticas como cartomância, astrologia, reiki e runas.
Acabei por fazer 2 níveis de reiki e há alguns anos comprei um baralho de tarot, o conhecido tarot de marselha com o qual não me identifiquei acabando por adquirir o baralho rider waite.
Após algum tempo a explorar esse baralho comprei o baralho old path e a dada altura pensando que seria também tarot adquiri "por engano" o baralho cigano blue owl.
Nada é por acaso, resolvi pesquisar sobre esse sistema de cartas e adquiri mais uns quantos baralhos desse sistema.
Entre baralhos de tarot, baralhos ciganos, baralhos de tarot dos anjos tenho já uma pequena colecção. O último foi um baralho de reiki.
Acabei também por adquir um jogo de runas.
Por aqui procurarei partilhar a minha experiência. A forma como utilizo os baralhos e outros oráculos.
Cursos, não tenho.
Utilizo acima de tudo a intuição se vejo necessidade abro dois tipos de baralhos e mais do que fazer adivinhação ou previsões procuro orientação espiritual, conhecer-me melhor, desenvolver a intuição de forma a superar da melhor forma os desafios do dia-a-dia.
Este blog será um espaço também para tornar todo este investimento em algo que faz parte da rotina.

Até à próxima